DISCIPULADO É ORDEM DE DEUS

 

     A ligação mestre - discípulo se baseia na diferença de espiritualidade entre um e outro. O mestre ou discipulador é uma pessoa que aprendeu antes, passou por todas as etapas do aprendizado e tem amor pela obra de Deus, a ponto de conseguir fazer discípulos e se dar por eles.  Por isso se estabelece (formal ou informalmente)  um compromisso de aliança entre ambos. O discípulo se submete ao mestre.

     Apesar da autoridade espiritual, o mestre não se sente no direito de "mandar" no discípulo, como que querendo  controlar a vida dele. No culto, na atividade espiritual, o mestre serve junto com o discípulo. São todos iguais. Ele trabalha também. É como o que fizeram todos os príncipes na reconstrução dos muros de Jerusalém com Neemias.

     A vida e o ministério de Jesus sobre a terra foram um exemplo insofismável do discipulado, bem como o método ou a forma de trabalho do apóstolo Paulo. O escritor Robert E. Coleman, em seu livro intitulado em Português “O PLANO MESTRE DE EVANGELISMO”, analisa com extrema felicidade o ministério terreno do Senhor e estabelece os 8 princípios do discipulado cristão, o que deveria merecer a atenção de todo cristão sério, bem como de todo líder evangélico. São eles: SELEÇÃO, ASSOCIAÇÃO, TRANSMISSÃO, DEMONSTRAÇÃO, DELEGAÇÃO, SUPERVISÃO e REPRODUÇÃO.

     Ao partir, o Senhor deixou-nos a ordem clara: “ Ide por todo o mundo e fazei discípulos...” O IDE é inseparável do FAZER DISCÍPULOS. É impossível fazer discípulos sem ir (como que esperando por eles- e há muita gente nas igrejas assim), como é inútil ir pregar sem uma condição mínima para discipular, ou consolidar os resultados alcançados. Seria como que semear apenas à beira do caminho, esperando que Satanás não roube a semente lançada e ela germine sozinha (assim só mato). Ou como continuar pescando em alto mar,  com o barco a pique, sem condições de trazer os peixes.

     O fazer discípulos é, pois, em primeiro lugar, a ordem máxima do cristianismo. É a missão principal do cristão, à qual todo cristão deve se dedicar, para não ser uma pessoa estéril.

     Ocorre, porém, em nossos dias, uma confusão perigosa entre o IDE  e o VINDE. Parece que a tendência geral entre os cristãos mais sinceros é de enviar obreiros para pregar aos incrédulos, para depois trazê-los (para a sua Igreja). A atitude atual parece ser, pois: “ide, e depois vinde”; como se não se cresse no poder do Senhor, para dizer: “ide, ficai, crescei, multiplicai-vos.”

     Novamente em Israel encontramos esclarecimentos adicionais sobre este assunto. Foi o próprio Senhor quem ordenou aos filhos de Israel que viessem todos ao templo três vezes por ano (Êxodo 34.23). Quando no deserto os israelitas se acampavam, cada um deveria fazê-lo, não no lugar que achasse melhor, mas cada um sob o seu respectivo estandarte, e todos ao redor da tenda da congregação. Cada tribo (cada grupo) com seu príncipe, segundo sua família, a casa de seu pai (Nm 2.2). Isso era necessário para que houvesse ordem entre todo aquele grande povo. O discipulado tem uma de suas finalidades no arregimentar um grande número de pessoas, guardando uma necessária unidade de ação. Este ideal é praticamente impossível  de ser alcançado com uma liderança fraca ou um governo frouxo e destituído de discipulado.

     Os príncipes (os homens principais) de cada tribo desempenhavam um papel muito importante no governo civil em Israel, mas não no culto a Deus. Cada príncipe era o filho mais velho do príncipe anterior e, sendo assim, em questão de ordem, todos da tribo lhe deviam obediência. Isto é a área de governo da igreja, visando ordem no povo (para que haja progresso).  Mas  no culto todos eram iguais. E os sacerdotes, que ofereciam os sacrifícios, eram servos de todos.  Deus atenderia a todos e a cada um que tivesse o coração sincero e O buscasse em espírito e em verdade, como adoradores verdadeiros.

     Em Números 10 se estabelece a instituição das trombetas, que deveriam ser tocadas pelos sacerdotes. Elas eram o meio de comunicação rápida entre os líderes e o seu povo, fator de arregimentação. Os toques das trombetas se dirigiam ora só aos príncipes (v. 4), ora a toda a congregação (v.3). Tocavam na guerra (v.9) e nas festas (v.10). Ao tocarem, todos os discípulos deveriam dirigir-se aos respectivos “mestres” ou chefes. E assim todo o povo atenderia a uma só ordem.  Povo de convocação. Que maravilha!  Ficamos admirados.

     Nas passagens acima percebemos claramente duas tendências: a centralização e a descentralização.

            A organização da Igreja inclui esses dois movimentos distintos, reconhecidos em suas respectivas áreas. O governo eficiente e participativo exige a descentralização. E para tanto, nada melhor do que o discipulado. Mas o culto a Deus e a unidade de ação dependem fundamentalmente da centralização de decisões e de orientação específica. Da mesma maneira, nada melhor do que o discipulado, que é a única forma possível de garantir a obediência às ordens divinas, havendo a necessária descentralização, para o governo eficiente.

     Podemos, portanto, afirmar que a vontade de Deus na Igreja é a centralização para o culto e a descentralização no governo e na ação.

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